Mês: dezembro 2018

Emagrecimento saudável: 10 alimentos que ajudarão você a perder medidas!

Emagrecimento saudável: 10 alimentos que ajudarão você a perder medidas!

Comer bem para emagrecer. Parece contradição, mas é o que realmente acontece. Uma boa alimentação pode ajudar o organismo a manter seu peso corporal ideal. Para isso, comer de maneira correta e alimentos fontes da mais diversas fontes nutricionais é essencial. Veja 10 ingredientes que não podem faltar em sua dieta!
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Você já ouviu falar em alimentos deliciosos que ajudam na dieta? Parece bom demais para ser verdade, não é mesmo? E são! A perda de peso se resume a matemática simples. Você tem que comer menos calorias do que você queima e para atingir o seu corpo ideal!

Segundo a nutricionista Dafne Oliveira, certos alimentos podem ajudar você a perder peso corporal, principalmente porque, através de seus componentes nutricionais, você pode se sentir satisfeitos e a eliminar os desejos e vontades das tentações que engordam. Por isso, quando você for ao supermercado, leve essa listinha que a especialista preparou para nós em seu bolso:

Alimentos que auxiliam o processo natural de emagrecimento
1. Feijão: Barato, nutritivo e versátil, o feijão é uma grande fonte de proteína. Também é rico em fibras e tem lenta digestão. “Isso significa que você vai se sentir satisfeito, o que pode impedi-lo de comer mais”, destaca Dafne.

2. Sopa: Ao começar uma refeição com uma cumbuca pequena de sopa, pode fazer com que você acabe comendo menos. Não importa se a sopa é rala ou purê, desde que seja à base de caldo. “Você deseja manter a sopa para 100 a 150 calorias por porção? Então pule as cremosas com creme de leite, por exemplo”, enfatiza a profissional.

3. Chocolate amargo: Quer desfrutar de chocolate entre as refeições? Escolha um quadrado ou dois de chocolate amargo. “Em um estudo, os amantes de chocolate que receberam o chocolate amargo, comeram 15% menos de pizza algumas horas mais tarde do que aqueles que tinham comido o chocolate ao leite”, comentou a nutricionista.

4. Nuts: Para o lanche, coma um pequeno punhado de amêndoas, amendoins, nozes. “Pesquisas mostram que, quando as pessoas comem nuts, automaticamente elas comem menos nas refeições posteriores”, salienta.

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5. Maçãs: Coma o fruto da maçã ao invés do suco. Uma razão é que a fruta crua tem mais fibra. Além disso, a mastigação envia sinais para o seu cérebro que você comeu algo substancial.

6. Iogurte: Segundo Dafne, Estudos têm mostrado que pessoas que comem laticínios na dieta de restrição calórica, perdem mais peso do que aqueles que não o fazem. Iogurte grego é uma excelente escolha, já que está repleto de proteína e é versátil; dá para usá-lo como um substituto de creme de leite, no cozimento, e muito mais!

7. Abacate: Combate gordura com gordura: os abacates são ricos em ácidos graxos monoinsaturados, que podem ajudar a diminuir a gordura da barriga. Coma algumas fatias no seu café da manhã.

8. Carnes magras: A carne é uma excelente fonte de proteínas para a construção muscular e para manter-se satisfeito, mas optar por carnes gordurosas e processadas não é tão bom para a sua cintura e sua saúde. Em vez disso, opte por cortes mais magros de carne, a fim de manter as suas refeições em uma contagem normal de calorias.

9. Sementes de Chia: Fibra, proteína, ômega-3 – sementes de chia tê-los todos. Não só isso, mas eles hidratam quando adicionado ao líquido, fazendo com que você se sinta mais satisfeito e coma em porções menores. “Polvilhe sementes de chia em seus smoothies ou no topo de sua farinha de aveia, ou faça um pudim de chia durante a noite para desfrutar de pequeno almoço”, aconselha.

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10. Salmão: Peixes como o salmão são uma excelente fonte de ômega-3, ácidos graxos, que são grandes aliados para ter um coração saudável. Além disso, o ômega-3 também pode ajudar a reduzir a inflamação em seu corpo, o que pode ajudá-lo a recuperar mais rapidamente depois de um longo treino, para construir músculos com um aumento de metabolismo em longo prazo. “Isso e elevado teor de proteínas salmão torná-lo uma excelente escolha para um jantar de perda de peso digno”, finaliza a profissional.

Vai fazer clareamento dental? Confira mitos e verdades

Vai fazer clareamento dental? Confira mitos e verdades

Apesar do aumento da procura, ainda existem muitas dúvidas sobre este procedimento estético

A busca pelo sorriso perfeito aumenta cada vez mais a procura pelo clareamento dental nos consultórios odontológicos. Apesar de não existirem estatísticas sobre o assunto, os cirurgiões dentistas afirmam que atualmente os pacientes não priorizam apenas a saúde bucal, mas buscam também procedimentos estéticos para garantir, por exemplo, dentes alinhados e brancos.

O método, no entanto, ainda gera algumas dúvidas, por isso o especialista em dentística restauradora, mestre em prótese dentária e membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, Ricardo Luiz Annibelli, esclarece o que é mito e o que é verdade, quando se fala em clarear os dentes.

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Confira:

Procedimento não é indicado para qualquer pessoa Foto: Pixabay
Qualquer pessoa pode fazer clareamento.

MITO – O tratamento é contraindicado para pacientes gestantes, lactantes ou menores de 15 anos. Também deve ser evitado em pacientes com patologias periodontais (doenças na gengiva), com rizogênese incompleta (a raiz do dente permanente não completou sua formação) e pacientes com alergia aos peróxidos de carbamida e de hidrogênio, que são substâncias químicas presentes nos produtos utilizados para clarear os dentes.

O clareamento dental é apenas uma questão de estética.

MITO – Na maioria dos casos, sim. Porém existem situações em que o procedimento é indicado para garantir um melhor resultado no tratamento dentário no que se refere ao aspecto visual dos dentes. Por exemplo, quando colocamos uma coroa com pino de metal no paciente. Essa peça contém substratos muito escuros e para minimizá-los, usamos zircônia. Com isso, recorremos ao clareamento dos outros dentes para que essa diferença na luminosidade passe despercebida.

Os dentes ficam mais sensíveis após o clareamento.

MITO – Isso acontece apenas se o protocolo de dessensibilização, com o uso de nitrato de potássio e Glu-hema, não for realizado antes do procedimento. Isso é fundamental para fechar os canalículos dentinários e as trincas.

Existem alimentos que devem ser evitados para não escurecer os dentes.

VERDADE – Todos os alimentos e bebidas com corantes devem ser evitados ou ter consumo reduzido após o clareamento dental, para não prejudicar o resultado e prolongar o efeito do tratamento. Entre eles estão o café, vinho tinto, chás em geral, refrigerantes, sucos industrializados e alimentos com condimentos pigmentantes.

Clareamento dental pode ser feito em uma única sessão.

MITO – Quando feito no consultório, os resultados já começam a aparecer em uma única sessão, diferente do clareamento caseiro que necessita de uso do kit clareador. Depois de fazer o protocolo de dessensibilização dos dentes, o dentista aplica um gel clareador, com intervalo de sete dias entre uma sessão e outra. Em média, são realizadas duas sessões. O custo médio do tratamento no consultório é de R$ 1.200, enquanto que o caseiro fica em torno de R$ 600.

Clareamento caseiro tem o mesmo resultado do que realizado no consultório.

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MEIA VERDADE – Na minha opinião, o melhor método é o tratamento combinado, no qual o paciente recebe uma sessão de clareamento no consultório, sob o acompanhamento do cirurgião dentista. Paralelamente a isso, ele recebe uma moldeira pré-fabricada para fazer a aplicação caseira por duas horas de gel de peróxido de hidrogênio. Feito isso, após sete dias, retorna ao consultório quando será reavaliado para ver se há necessidade de repetir o procedimento.

Os cremes dentais que prometem clareamento podem prejudicar o esmalte dos dentes.

VERDADE – Os produtos disponíveis hoje no mercado contêm bicarbonato de sódio ou partículas abrasivas que desgastam a superfície do esmalte, por isso clareiam, então é necessário estar atento às fórmulas. A ação de clareamento é bem pequena. A indústria prevê lançamentos para este ano e em 2019, que prometem um bom clareamento. Vamos aguardar para ver essas novidades.

Impotência sexual masculina

Saiba como é o tratamento psicológico para este problema

No post anterior, vimos que a impotência sexual é apenas um dos transtornos sexuais que pode surgir na vida do homem. Sua caracterização pode ir muito além da incapacidade de iniciar ou manter uma ereção durante a relação sexual, impedindo não só seu acontecimento e sua satisfação sexual, como também cumprindo a função de somatizar problemas vivenciados pelo homem ou problemas da relação.

Em outras palavras, essa incapacidade pode não restringir-se às dificuldades para ter ou manter ereções suficientemente rígidas para a penetração. Em muitos casos este comportamento falho do órgão sexual tem a função de comunicar – ou seja, é o sintoma – de alguma dificuldade psicológica ou emocional vivida pelo homem. Por isso, entendemos que os tratamentos mais adequados devem contemplar uma análise ampla sobre a questão, verificando influências biológicas, sociais e psíquicas.

No post de hoje apresentarei mais alguns detalhes sobre as causas da impotência sexual masculina e como este problema é a abordado no tratamento psicológico.

Impotência sexual – Tratamento para disfunção erétil
A impotência sexual está relacionada a diversos fatores – físicos, psicológicos e sociais – e tratá-la envolve, obrigatoriamente, a descoberta de sua função.

Exatamente!

Ao contrário de muitos tratamentos oferecidos atualmente, descobrir a causa não é necessariamente sinônimo de encontrar solução para a impotência. É importante entendermos que a causa tem sim sua importância para o tratamento e deve ser considerada. Porém, o mais importante é descobrir a função, em “benefício” de que a impotência está acontecendo, qual está sendo seu objetivo, o que está mantendo este comportamento ou o que ele quer comunicar.

Acessar a função dá a oportunidade de trabalharmos efetivamente na raiz do problema e não no sintoma que é a falta de ereção. Por isso, todo tratamento deve iniciar-se com a averiguação das causas físico-orgânicas para eliminarmos as variáveis mais previsíveis e abrirmos caminho para investigação das questões subjetivas, emocionais e psicológicas.

44% dos homens sofre de impotência sexual no Brasil
De acordo com os dados recentes divulgados pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), através de um estudo realizado em 22 cidades brasileiras, 44% dos homens do País convivem com a impotência sexual. Além disso, foi descoberto que 73% dos homens que sofrem deste problema não possuem causa orgânica, ou seja, 3/4 dos homens que sofrem com a impotência sexual não possuem problemas físicos e têm condições orgânicas-biológicas de terem e manter a ereção durante os comportamentos sexuais. Isso permite afirmar que 73% dos homens que sofrem de impotência sexual passam por essa questão por conta de problemas subjetivos, emocionais e psicológicos.

Tratamento da impotência sexual
Durante o tratamento, após inicialmente descartados os fatores causais de ordem física e após avaliação médica de um Urologista, passamos a investigar a presença de algum distúrbio psicológico ou problemas comportamentais e contextuais que estejam impactando psicologicamente a vida do paciente. Neste momento, passamos a investigar e compreender a rotina de vida do paciente, suas experiências e acontecimentos que possam estar relacionados ao problema.

Antigamente acreditava-se que apenas homens idosos passavam por esse problema. Na verdade, jovens entre 20 e 40 anos estão entre os maiores afetados por este problema. Um fator importante a ser destacado nesse contexto é que apenas o envelhecimento não constitui uma causa de impotência sexual e por esta razão, mesmo que o paciente que esteja passando por episódios de impotência sexual não seja um jovem, durante o tratamento até mesmo a qualidade de vida desta velhice deve ser analisada para compreendermos as funções da impotência sexual que por ventura esteja acontecendo nestas condições.

Avaliação, intervenção e tratamento psicológico para a impotência sexual
Na terapia comportamental, este processo tem como primeiro objetivo determinar o diagnóstico da queixa apresentada, ou seja, é preciso denominar e descrever o problema trazido pelo cliente. Nesta etapa, procuramos acessar a raiz e o quem vem mantendo a impotência sexual vivida pelo paciente, com que frequência isto ocorre, sob que condições etc.

O segundo objetivo do processo de avaliação é formular as causas da queixa apresentada. Considerando-se a complexidade dos transtornos sexuais – como é o caso da impotência – e os diversos fatores que contribuem para o surgimento e a manutenção do transtorno. Essa formulação deve compreender os níveis biológico, psicológico e social – como apresentado anteriormente.

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No processo de avaliação também se fornece algum feedback ao cliente, se estabelece um plano terapêutico e um parâmetro a partir do qual possamos avaliar a eficácia do tratamento. As informações coletadas no processo de avaliação são obtidas a partir de três fontes: a entrevista clínica, os questionários de auto-relato e os procedimentos psicofisiológicos (exames médicos).

A entrevista clínica é fundamental no processo de avaliação psicossocial. A partir dela é possível a obtenção de uma descrição geral de seu problema erétil, o levantamento de informações a respeito de sua história psicossocial e a obtenção de dados relevantes sobre outros aspectos importantes de sua vida, como, por exemplo, eventos estressores ocorridos anteriormente, os atuais e também os temidos para o futuro. Em síntese, esse modelo ocorre nas primeiras sessões e tem o objetivo fundamental de conhecer a história de vida do paciente para implementarmos um tratamento adequado para a questão. Por isso, é importante que o paciente tenha consciência de que algumas sessões serão necessárias até o surgimento das primeiras interventores e resultados.

Numa altura ou outra da vida, a maioria dos homens têm algum episódio de impotência sexual erétil, mas, quando o problema se torna persistente e rotineiro e ocorre em quase 50% das tentativas de sexo, ou quando se transforma em uma grande preocupação para o homem ou para a(o) sua(seu) parceira(o), deve-se procurar ajuda e tratamento adequado. Muitas vezes trata-se de um transtorno erétil de ordem psicológica e requer um tratamento diferencial da impotência sexual erétil física. Como vimos anteriormente, as razões psicológicas são responsáveis por cerca de 73% dos casos de impotência sexual e insuficiência erétil. Na maioria das vezes é uma reação secundária a um fator psicológico principal.

Os principais fatores psicológicos relacionados à impotência sexual erétil são: o estresse e a ansiedade. Normalmente os casos de estresse estão relacionados às rotinas profissionais do trabalho, aos problemas financeiros-econômicos e, principalmente devido às discussões e problemas conjugais. A ansiedade também é outro fator presente nos casos de impotência sexual e transtornos sexuais.

Geralmente a ansiedade envolve os momentos em que a impotência sexual erétil acontece pela primeira vez e o homem passa a ficar muito preocupado com a possibilidade disto acontecer novamente. Esse pensamento dá origem ao que chamamos de “ansiedade de desempenho”, tal qual acontece com o medo.

Ajuda profissional
O mais importante nessas situações é procurar ajuda especializada para a questão. Como homem e como profissional da área sei como culturalmente esse tema é constrangedor, como ele desencadeia uma série de dificuldades sociais e relacionais, especialmente, na vida amorosa, no convívio social, na autoestima e autoconfiança do homem.

Sei também como muitos homens procuram contornar o problema por conta própria e até encontram soluções provisórias para o caso. Porém, é fundamental enfrentar de uma vez por todas o problema para que, ao invés construir uma necessidade de recorrer sempre aos paliativos, tenhamos a segurança de que o problema foi enfrentado desde a sua raiz e erradicado da sua vida.

Elidio Almei

DESCONFORTO DA ESFERA SEXUAL

O que é saúde sexual?

“A saúde sexual é a integração dos aspectos somáticos, afetivos, intelectuais e sociais do ser sexual, realizada de forma a enriquecer positivamente e exaltar a personalidade humana, a comunicação e o amor “. (Organização Mundial da Saúde)

O que é satisfação sexual? 

É até que ponto um sujeito está feliz com seu relacionamento sexual. A insatisfação sexual nem sempre está ligada à disfunção sexual, pode estar ligada a hábitos preliminares (preliminares ruins), à dificuldade de deixar ir, de relaxar ou a problemas de casal.

Em geral, a insatisfação sexual reflete as dificuldades de relacionamento ou comunicação entre os parceiros; Se dois parceiros estão felizes com seu relacionamento, eles toleram alguns problemas sexuais e muitas vezes conseguem criar os recursos para trabalhar por conta própria.

Principais problemas sexuais em mulheres

Falta de desejo sexual

  • Para avaliar se uma mulher tem algum problema relacionado ao desejo sexual, é necessário considerar: a) se ela acredita ou não que tem um problema; b) o nível de desejo presente no passado; c) as expectativas da mulher;
  • não devemos apenas esclarecer quanto é estimulado a ter relações sexuais com o parceiro, mas também a frequência de pensamentos e fantasias sexuais, a atividade masturbatória, a atração por outros homens;
  • A principal falta de desejo é frequentemente causada por experiências negativas precoces; o secundário (muito mais frequente) geralmente está ligado a uma dificuldade em se relacionar com o parceiro ou a momentos pessoais particulares (puerpério, depressão, ingestão de medicamentos, etc.).

Falta de excitação sexual: 

  • São problemas relativamente raros na ausência de falta de desejo. Eles ocorrem devido à falta de respostas fisiológicas adequadas (por exemplo, lubrificação) na fase de estimulação.

Disfunção orgasmo:

  • Algumas mulheres relatam ter menos necessidade de atingir o orgasmo a cada vez, em comparação com a importância que o parceiro atribui a ele. Não está claro se isso depende de fatores fisiológicos ou culturais. Muitas vezes, é ele que o solicita como prova de seu desempenho : essa pressão psicológica pode ser refletida negativamente no prazer da mulher (também devido à mídia).

Deve ser esclarecido se é uma anorgasmia total ou situacional (o orgasmo ocorre apenas sob certas circunstâncias, por exemplo, masturbação). Se secundário, é frequentemente ligado a dificuldades de relacionamento; é frequentemente associado à falta de desejo e, portanto, isso deve ser levado em conta primeiro.

Vaginismo, dispareunia, fobias sexuais:

  • Vaginismo: a proporção é impossível ou extremamente doloroso devido a um espasmo dos músculos que rodeiam a entrada da vagina quando você tenta penetração: é uma reação automática em que a mulher sente que não tem controle; é a causa mais comum de casamentos brancos. Muitas mulheres com vaginismo são sexualmente reativas (carícias, fantasias, sonhos, masturbação); 
  • Dispareunia: envolve dor durante a relação sexual; pode estar ligado a lubrificação insuficiente e, portanto, a problemas de excitação insuficiente;
  • Fobias sexuais: podem ser muito específicas, como repulsão para tocar o pênis ou o fluido seminal; isso não impede que você aproveite a atividade sexual restante; eles foram ligados por alguns a experiências traumáticas. 

    Principais problemas sexuais em homens

    Falta de desejo:

    • é raro, mas bastante frequente;
    • às vezes o desejo do homem é inferior ao da mulher;
    • se for uma deficiência primária, é importante verificar a existência de uma causa orgânica provável; se é secundário, está ligado, mesmo no homem, a dificuldades no relacionamento com o parceiro ou a momentos pessoais particulares (estresse, depressão, ingestão de medicamentos, etc.).

     

    Disfunção da ereção:

    • A disfunção da ereção é o distúrbio mais comum. É uma dificuldade muito sujeita a influência psicológica, ansiedade, distúrbios orgânicos, efeitos colaterais de drogas ou substâncias psicoativas;
    • A disfunção total é rara e tem origens predominantemente orgânicas. Uma dificuldade situacional (o sujeito tem uma ereção na solidão, mas não na presença do parceiro, ou tem uma ereção, mas perde se ele tentar penetrar) normalmente tem origens psicológicas. 

     

    Ejaculação prematura, atrasada e dolorosa:

    • Ejaculação precoce: precede ou ocorre imediatamente após a penetração; desenvolve-se por vezes em momentos de stress ou em casos de dificuldade na relação com o parceiro;
    • Ejaculação retardada: é incomum; pode ser total, parcial (não com o parceiro, mas com masturbação) ou difícil (requer um tempo de estimulação muito longo);
    • Ejaculação dolorosa: é rara e principalmente devido à etiologia orgânica (infecções); De acordo com alguns, também pode ser associado à ansiedade sobre a ejaculação. 

     

    Dyscape, fobia sexual:

    • Dispareunia: dor durante a relação sexual reflete principalmente um problema físico (infecção, prepúcio apertado, rompimento do frênulo);
    • Fobias sexuais: pode ser um componente importante de outra disfunção (por exemplo: alguns sentem sentimentos negativos sobre uma forte excitação sexual do parceiro ou lubrificação vaginal).

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Quais soluções contra a ejaculação precoce?

Por que viver a ejaculação precoce como uma fatalidade e arruinar suas relações sexuais? Atualização sobre técnicas e medicamentos que atrasam a ejaculação e ajudam a manter o controle sobre o seu prazer.

Cerca de um em cada quatro homens sofre de ejaculação precoce . Considera-se que um homem é afetado por este distúrbio sexual quando ele não tem controle sobre sua ejaculação, o que ocorre menos de um a três minutos após a penetração, e que seu parceiro não tem tempo para isso. para ser satisfeito. A Dra. Sylvain Mimoun, ginecologista, sexóloga, diretora do centro de andrologia do hospital Cochin (Paris), membro do comitê científico da revista Santé, respondeu às nossas perguntas.

Existem formas psicológicas de combater a ejaculação precoce?

Sim, devemos tentar reduzir a excitação e a tensão . Em contraste com o que os homens fazem quando assistem a um filme erótico. É preciso evitar a auto-agressão com imagens que são excitantes, reais ou mentais. De fato, quanto mais o homem se acostumar a ter uma ejaculação assim que estiver excitado, menos ele poderá prolongar o prazer . Ele também deve procurar reduzir seu estresse, não apenas sexualmente, na vida cotidiana também.O perigo é que um reflexo condicionado ocorrerá se a situação se repetir. Em um relatório, portanto, é importante introduzir preliminares que tornem o clima conjugal menos pesado, relaxem ambos os parceiros, tornem a mulher mais receptiva e evitem a penetração do homem muito rapidamente. Pode-se também recomendar ao casal que tenha um egoísmo compartilhado, em que cada um pensa em seu prazer em vez de esperar inteiramente o outro. Porque quando uma mulher se diverte, tranquiliza o marido e a angústia também.

A colocação de um preservativo ajuda?

Isso pode ajudar porque o preservativo , especialmente se for um pouco espesso, vem como uma barreira para a sensibilidade no freio, logo abaixo da glande, e ajuda a ejacular mais devagar. Além disso, algumas marcas têm preservativos cuja cabeça foi engrossada, para limitar as sensações apenas neste local.

Outros métodos são eficazes?

Ao contrário do que se pode ler na internet, o stop and go ou o squeezing não dão resultados convincentes.

  • Para parar e ir , o casal deve parar qualquer movimento quando o homem sentir a emoção chegando. Isso muitas vezes é frustrante para a mulher que não alcança o prazer, e muitas vezes inútil para o homem que tem o trabalho de antecipar o ponto sem retorno.
  • A compressão é ainda pior já que a mulher deve, além disso, pressionar o polegar no freio para estrangular a glande …

Por outro lado, praticar a respiração corporal dá bons resultados. Nós ajudamos o homem a se reeducar. Para isso, ele pratica exercícios de respiração pela barriga: inspira pela boca a inflar sua barriga, depois expira esvaziando-a. Então ele aprende a mover a pélvis: de pé, pernas levemente flexionadas, ele move a bunda para trás ou para frente. E então, combina os dois: inspira e infla a barriga quando as nádegas estão para trás e sopra para esvaziar o estômago, levando a pélvis para a frente.

Ele treina sozinho em casa e quando ele domina isso, ele começa a se masturbar ao mesmo tempo. Mas em vez de a mão se mover no pênis, é o pênis que vai para a mão. Se a excitação for muito forte, ele usa ainda mais respiração para diminuir a pressão. Quando ele chega lá sozinho, ele pode tentar com seu parceiro. O melhor é então começar junto com carícias, então a mulher se masturba com seu parceiro , e quando todos esses passos estão indo bem, eles podem tentar ter um relacionamento com a penetração.

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Médica responde: remédio para emagrecer realmente emagrece

Médica responde: remédio para emagrecer realmente emagrece

Médica responde: remédio para emagrecer realmente emagrece, ou treino e dieta não são mais efetivos?

Um dos maiores problemas de quem quer emagrecer é, certamente, a necessidade do controle das calorias ingeridas e gastas ao longo do dia.

Ganhar ou perder peso é uma questão matemática, explicando de forma grosseira: seu corpo gasta energia para se manter vivo, e aumenta o gasto calórico quando você pratica algum exercício físico; portanto, comer menos e se mexer mais seria a conta correta para quem quer eliminar alguns quilinhos, porém, não podemos esquecer que existem vários outros fatores que interferem nesse processo como genética, doenças associadas, o tipo do alimento que está sendo ingerido.

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Cada pessoa tem um metabolismo completamente diferente, com ingestão alimentar e gasto calórico diferenciado um do outro.

A esperança sempre esteve voltada a ciência, na expectativa de que surgisse uma medicação milagrosa e que queimasse parte bem evidente das calorias que você ingere diariamente.

Eles prometem acelerar metabolismo, queimar calorias, reduzir os pneuzinhos, consequentemente gerariam o emagrecimento tão esperado por muitos.

Uma pesquisa realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em abril de 2007 apontou que o Brasil seria o MAIOR consumidor mundial de remédios para emagrecer. Segundo a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), de 2001 a 2005 o número de usuários dessas substâncias dobrou no país, passando de 1,5% para 3%. Por mais que o percentual pareça baixo, esse índice é extremamente alto, pois nos mostra de forma bem simples e evidente que a maioria da população que busca emagrecer por algum motivo, dá muito mais valor aos medicamentos, que a dieta e o exercício físico.
Visando esse crescimento acelerado, em janeiro de 2008 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabeleceu regras mais rígidas e específicas para a comercialização e consumo de remédios para emagrecimento. A quantidade passou a ser limitada à receita e as doses máximas de cada substância também diminuíram. Em 2011, outras medicações foram proibidas de serem prescritas e comercializada dentro do Brasil. O intuito maior sempre foi minimizar o consumo das anfetaminas no Brasil.
Queimar gordura é um processo lento, o qual necessita de disciplina e controle emocional,desta forma, muitas pessoas preferem recorrer a medicamentos com essa finalidade.

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Saiba alguns MITOS e VERDADE sobre emagrecimento, ganho de músculos e uso de medicamentos:

1- MITO – Remédios queimam calorias:
Remédios NÃO queimam suas calorias, não gastam suas calorias, infelizmente. Eles apenas alteram seu padrão alimentar temporariamente, por isso precisamos de uma reeducação alimentar envolvida em todo esse processo.

2- VERDADE- O que queima gordura é uma dieta correta, balanceada e treino de alta intensidade para elevarmos o gasto calórico.

3- MITO- Vitaminas engordam?
Vitaminas não engordam, o que lhe engorda é exclusivamente COMER;

4- MITO- Hipotireoidismo engorda?
Hipotireoidismo NÃO ENGORDA, ele apenas lentifica seu metabolismo e faz uma retenção de líquidos, portanto você fica inchado e seu gasto calórico em repouso (taxa metabólica basal) se reduz.

5- MITO- A dieta do amigo emagrece todo mundo?
Pare de pegar a dieta proposta ao SEU AMIGO, afinal, ela foi feita para o metabolismo dele, para a rotina diária de vida e de treinos, mesmo que vocês tenham o mesmo peso e altura;

6- MITO- Comer muita proteína aumenta muito o músculo?
Não. Nem sempre só ingerir proteína será suficiente para o ganho de músculos. Pare de fazer dietas malucas da internet para HIPERTROFIA, lembre-se que proteína em excesso ENGORDA, vira depósito de gordura, principalmente se não for estimulada metabolicamente pelos treinos resistido (treinos de musculação);

7- MITO- Termogênico emagrece?
Medicamentos ou suplementos termogênicos, NÃO EMAGRECEM ninguém. Todo termogênico pode aumentar seu metabolismo basal em cerca 10%, aumentando consequentemente o gasto calórico de forma irrisória, sem implicar em emagrecimento efetivo. Ainda sim, não conseguimos saber quem terá o benefício de acelerar o gasto calórico ou não, seja de 1 ou 10% da taxa metabólica basal.

8- VERDADE – Remédio para emagrecer pode realmente ajudar a emagrecer?
Não se esqueça que o remédio “PARA EMAGRECER”, te ajuda apenas a fazer dieta. Se não fizer a tal dieta, de nada vai adiantar tomar seu REMEDINHO MILAGROSO. A medicação pode auxiliar na fase inicial para inúmeras pessoas, seja no controle de ansiedade, o qual o leva a ingerir uma quantidade aumentada de calorias, seja para redução parcial do apetite.

Todo esse processo de emagrecimento precisa iniciar com uma reeducação alimentar aliada a atividade física regular e quase que diária, para obtermos resultados satisfatórios com relação a perda de gordura e manutenção da massa magra (seus músculos).

Portanto, remédio para emagrecer, pode SIM ajudar a emagrecer, desde que bem indicado e após avaliação médica detalhada, afinal toda medicação tem suas indicações e contraindicações; contraindicações estas que muitas vezes podem piorar todo o trabalho envolvido no processo de emagrecimento.

Fique atento e tenha muito cuidado ao fazer uso de medicamentos para emagrecer, consulte um médico especialista (nutrólogo) para lhe orientar adequadamente se existe real necessidade do uso desse tipo de medicamento.